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Império Serrano 2023 - Sombrinha e Cia

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Lyrics

Império Serrano 2023 - Sombrinha e Cia

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Da música

Que bom termos nos encontrado

A vida não podia por muito mais tempo nos ter separado

Foi pra você, melhor para mim

A nossa parceria carece de não ter mais fim

Se tem tudo a ver

Deixemos assim

O nosso caso é exceção, é sim

Acorde, partideiro sem igual

Nascia, então, um samba do seu jeito

Reluz feito Candeia, imortal

O compositor, sambista perfeito

Levada de tantam, banjo e repique

Poesia de um cacique, malandragem deu lição

Inspiração de ventre ancestral

O dueto, a patente, vem do fundo do quintal

Na boêmia, no subúrbio, na viela

O seu nome é favela, Madureira

Dagô, dagô, saravá, obá, kaô

O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Dagô, dagô, saravá, obá, kaô

O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Deixa, o fim da tristeza ainda há de chegar

O show do artista vai continuar

Morando nos sambas que você fez pra mim

Imperiano, sim

No verso que aflora

Giram os sonhos da porta-bandeira

O amor de Orfeu, melodia namora

Serrinha é teu canto pra vida inteira

Dagô, dagô é a Lua de Aruanda

A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Dagô, dagô é a Lua de Aruanda

A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Cercado de axé, semeia o bem, o povo a cantar

La-la-iá, la-la-iá, la-iá

Receba a gratidão

Reizinho desse chão

Aqui é o teu lugar

La-la-iá, la-la-iá, la-iá

Uma porção de fé

O filho do verde, esperança nos conduz

Zambi da Coroa Imperial

Abiaxé, Arlindo Cruz

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô

Imperio Serrano, falange de Jorge, no oxê de Xangô

Laroyê, èpa babá, há de roncar meu tambor

O verso de Arlindo, poema infindo, morada do amor

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô

Imperio Serrano, falange de Jorge, no oxê de Xangô

Laroyê, èpa babá, há de roncar meu tambor

O verso de Arlindo, poema infindo, morada do amor

Acorde, partideiro sem igual

Nascia, então, um samba do seu jeito

Reluz feito Candeia, imortal

O compositor, sambista perfeito

Levada de tantam, banjo e repique

Poesia de um cacique, malandragem deu lição

Inspiração de ventre ancestral

O dueto, a patente, vem do fundo do quintal

Na boêmia, no subúrbio, na viela

O seu nome é favela, Madureira

Dagô, dagô, saravá, obá, kaô

O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Dagô, dagô, saravá, obá, kaô

O brado que traz justiça, faz a vida recompor

Deixa, o fim da tristeza ainda há de chegar

O show do artista vai continuar

Morando nos sambas que você fez pra mim

Imperiano, sim

No verso que aflora

Giram os sonhos da porta-bandeira

O amor de Orfeu, melodia namora

Serrinha é teu canto pra vida inteira

Dagô, dagô é a Lua de Aruanda

A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Dagô, dagô é a Lua de Aruanda

A espada é de guerra e Ogum vence demanda

Cercado de axé, semeia o bem, o povo a cantar

La-la-iá, la-la-iá, la-iá

Receba a gratidão

Reizinho desse chão

Aqui é o teu lugar

La-la-iá, la-la-iá, la-iá

Uma porção de fé

O filho do verde, esperança nos conduz

Zambi da Coroa Imperial

Abiaxé, Arlindo Cruz

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô

Imperio Serrano, falange de Jorge, no oxê de Xangô

Laroyê, èpa babá, há de roncar meu tambor

O verso de Arlindo, poema infindo, morada do amor

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô

Imperio Serrano, falange de Jorge, no oxê de Xangô

Laroyê, èpa babá, há de roncar meu tambor

O verso de Arlindo, poema infindo, morada do amor

Firma na palma da mão, tem alujá e agogô

Imperio Serrano, falange de Jorge, no oxê de Xangô

Laroyê, èpa babá, há de roncar meu tambor

O verso de Arlindo, poema infindo, morada do amor

Acorde, partideiro sem igual

Nascia, então, um samba do seu jeito

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