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Paraíso do Tuiuti 2023 - Cláudio Russo e Cia

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Lyrics

Paraíso do Tuiuti 2023 - Cláudio Russo e Cia

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Solta o bicho!

É lá, é lá, é lá

É lá, é lá, é lá

É lá, é lá, é lá

É lá, é lá, é lá

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Num mar de tempestade e ventania

Foi trazendo especiarias que o barco naufragou

Noz-moscada, cravo, iguarias

No caminho para as Índias, a história eternizou

O marinheiro se perdeu na madrugada

O mogangueiro correu para o igarapé

A curuminha entoou uma toada

Enquanto abria-se a flor do mururé

E nesse encontro entre o rio e o oceano

A grande ilha que cultiva o carimbó

Dizem que bichos ainda falam com humanos

Há muitos anos, na Ilha de Marajó

Ê, batuqueiro, no samba de roda, curimbó

Quero ver você cantar como canta o curió

Okê, caboclo, onde vai a piracema?

Rio acima segue o voo de uma juriti pepena

Ê, batuqueiro, no samba de roda, curimbó

Quero ver você cantar como canta o curió

Okê, caboclo, onde vai a piracema?

Rio acima segue o voo de uma juriti pepena

Há mão que modela a vida no bairro Marajoara

E o búfalo que pisa esse chão do parauara

Chama o Mestre Damasceno pra entoar esta canção

Das cantigas da vovó, do tempo da escravidão

É lá, é lá, é lá

Canoeiro vive só, morena

É lá, é lá, é lá

Mas precisa de um xodó

É lá, é lá, é lá

Canoeiro vive só, morena

É lá, é lá, é lá

Mas precisa de um xodó

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Num mar de tempestade e ventania

Foi trazendo especiarias que o barco naufragou

Noz-moscada, cravo, iguarias

No caminho para as Índias, a história eternizou

O marinheiro se perdeu na madrugada

O mogangueiro correu para o igarapé

A curuminha entoou uma toada

Enquanto abria-se a flor do mururé

E nesse encontro entre o rio e o oceano

A grande ilha que cultiva o carimbó

Dizem que bichos ainda falam com humanos

Há muitos anos, na Ilha de Marajó

Ê, batuqueiro, no samba de roda, curimbó

Quero ver você cantar como canta o curió

Okê, caboclo, onde vai a piracema?

Rio acima segue o voo de uma juriti pepena

Ê, batuqueiro, no samba de roda, curimbó

Quero ver você cantar como canta o curió

Okê, caboclo, onde vai a piracema?

Rio acima segue o voo de uma juriti pepena

Há mão que modela a vida no bairro Marajoara

E o búfalo que pisa esse chão do parauara

Chama o Mestre Damasceno pra entoar esta canção

Das cantigas da vovó, do tempo da escravidão

É lá, é lá, é lá

Canoeiro vive só, morena

É lá, é lá, é lá

Mas precisa de um xodó

É lá, é lá, é lá

Canoeiro vive só, morena

É lá, é lá, é lá

Mas precisa de um xodó

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Cadê o boi? O mogangueiro

O mandingueiro de Oyá

Meu Tuiuti não tem medo de careta

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

Traz o Boi da Cara Preta do estado do Pará

É Paraíso do Tuiuti, tem que respeitar

Solta o bicho!

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