Samba Concorrente
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Unidos da Tijuca 2023 - Júlio Alves e Cia

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Unidos da Tijuca 2023 - Júlio Alves e Cia

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Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Oh, Mãe deste meu espelho d'água

O mar interior tupinambá

Kirimurê das ondas mansas

Onde aprendi a navegar

No primeiro de novembro

Da real capitania

No olhar dos invasores

A cobiça, a maresia

Nesse eterno dois de julho

Sou caboclo rebelado

Terra que banho de luta

Pau Brasil, barril dobrado

Ilu Ayê toca o sino da igrejinha

Ilê Ayê atabaques e agogôs

Pra louvar meu Santo Antônio

Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô)

Ilu Ayê toca o sino da igrejinha

Ilê Ayê atabaques e agogôs

Pra louvar meu Santo Antônio

Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô)

Beira de Baía que desagua minha fé

Pode ser na missa ou no xirê do candomblé

Marinheiro só, marinheiro só

O leme do meu Saveiro

Quem conduz é o Pai Maior

Bota dendê e um cadinho de pimenta

Que a marujada vem provar o vatapá

É no mercado, na Lapinha ou na Ribeira

Se tem samba e capoeira

Camafeu também está

Odoyá Mamãe sereia

Orayeyeô Mamãe do Ouro

No encontro dessas águas, reluziu o meu tesouro

Oh, paí ó! É carnaval, onde a fantasia é eterna

Com a Tijuca, a paz vence a guerra

E viver será só festejar

E viver será só festejar

Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Oh, Mãe deste meu espelho d'água

O mar interior tupinambá

Kirimurê das ondas mansas

Onde aprendi a navegar

No primeiro de novembro

Da real capitania

No olhar dos invasores

A cobiça, a maresia

Nesse eterno dois de julho

Sou caboclo rebelado

Terra que banho de luta

Pau Brasil, barril dobrado

Ilu Ayê toca o sino da igrejinha

Ilê Ayê atabaques e agogôs

Pra louvar meu Santo Antônio

Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô)

Ilu Ayê toca o sino da igrejinha

Ilê Ayê atabaques e agogôs

Pra louvar meu Santo Antônio

Pra saudar meu pai Xangô (kaô, meu pai kaô)

Beira de Baía que desagua minha fé

Pode ser na missa ou no xirê do candomblé

Marinheiro só, marinheiro só

O leme do meu Saveiro

Quem conduz é o Pai Maior

Bota dendê e um cadinho de pimenta

Que a marujada vem provar o vatapá

É no mercado, na Lapinha ou na Ribeira

Se tem samba e capoeira

Camafeu também está

Odoyá Mamãe sereia

Orayeyeô Mamãe do Ouro

No encontro dessas águas, reluziu o meu tesouro

Oh, paí ó! É carnaval, onde a fantasia é eterna

Com a Tijuca, a paz vence a guerra

E viver será só festejar

E viver será só festejar

Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Um banho de axé pra purificar

Um banho de axé nas águas de Oxalá

Sou tijucano rompendo quebrantos

Eu canto a Baía de Todos os Santos

Oh, Mãe deste meu espelho d'água

O mar interior tupinambá

Kirimurê das ondas mansas

Onde aprendi a navegar

No primeiro de novembro

Da real capitania

No olhar dos invasores

A cobiça, a maresia

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