Quem sou eu pra julgar, a vida de alguém
Sua roupa vulgar, o amor de ninguém
Quem sou eu pra falar, da pintura em seu rosto
Ela pode ajudar, a esconder o desgosto
Quem sou eu pra tentar, o caminho mostrar
Se vagando sem rumo, pude apreciar
Essa doce visão pôde alimentar
O meu coração, no desejo de amar
Sei que as esquinas da vida podem trazer
O sofrimento e a dor
E pra que atirar
Uma pedra em você
Se eu sou a própria imagem do pecador
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.