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Morte da Esperança

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Lyrics

Morte da Esperança

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"Refletindo sobre o que num existe

Parece que a injustiça persiste

A esperança é a última que morre

Mas dessa vez acho que não resiste

O ouro na mão do ladrão e quem luta pra tê-lo olha triste

Diz que num é Deus quem decide que os bens vão pros maus e os males pros bons sem a chance de revide

A insatisfação reside no olhar

Respire fundo tentando abafar

A voz do cansaço a chamar

Pro leito da conformação

É deitar e apagar!

Evite essa guerra inútil

Onde refletir quanto ao azar é algo fútil

Lute o máximo, esgote as forças

Espere que notem o esforço, tá fudido!!

Põe em jogo o pescoço a perigo, já ferido, sem encosto

Sufoco num suposto porto amigo

Antigamente eu achava que tudo se ajeitaria naturalmente

Mas atualmente as soluções fogem dos problemas os mesmos surgem casualmente

Boas notícias anualmente

Agora dizer que eu já to no fim por favor num aumente

O mal tende a escolher os inocentes e se eu dissesse o oposto ao que penso quem me conhece ia dizer que o Shaw mente

E ainda que o caos atente contra quem sou

Devo aturar e seguir pra tal meta a frente

A casa ruiu

Meu mundo caiu

Ninguém nunca viu uma tragédia do destino tão vil

Mas ainda a gente não desistiu

Só que o pavio ainda tá aceso, sabe da onde?

Eu vou te falar, da segunda bomba que não explodiu

Então é bom que vocês salvem suas peles

Reles dez contos já valem a greve

A conta segue agora reze pra que ela termine em breve

Essa balança tá quebrada

Ela não viu porque é cega

Mas a quem isso fere

Se refere a mim?!

Fudido só que ainda tenho a minha dignidade

Aquela que não vem na identidade

Transmito na fala não só o que aparento

Em lamento com simplicidade

No mínimo de inimizade

Refrão:

Por que ele e não eu

Com certeza não foi de curiosidade que o gato morreu

Por que ele e não eu

(Só sensato) e quebrado, encaçapado já venceu

Por que ele e não eu

Caim matou Abel e a inveja matou Orfeu

Por que ele e não eu

O mal puxou o gatilho e correu

(Calo o bom), o bom morreu

Mas não espere coerência quando as situações provam o contrário

Desesperado (calmo segue) o desesperado como se a esperança tivesse inspirado

E mesmo que tivesse inspirado

E (paz três vezes) na vida o mal não ia ser retirado

Infelizmente pra muitos o banho não alivia a tensão do corpo cansado

Por outro lado banalize a imagem do corpo tirado

Eu antes ter esticado um fino e ter ficado rindo do que tem fardado

O sino da igreja não anestesia as feridas do mundo marcado

O mercado.. Abre tantas portas que acaba deixando neguinho cercado

É comum a polícia chegar numa cena de briga

E quebrar quem tinha apartado

E mermo refletindo sobre tudo isso não vejo o meu bolso, menos apertado

Mas isso é vida

Crucifica os mal-informados

Bota na lista de espera os formados

Mas não é por isso que eu vou ser um conformado

Em desistir após ter contornado

Problemas e tornado

Inferno em terra, indo pra guerra com Atenas do lado

Apenas, com sentimento de que o espírito tinha concordado

E apesar de tudo sou agradecido porque quando durmo não fico acordado

Insatisfeito com certeza

A vida continua meu Deus que lerdeza

Achar que (ser maneiro) vai te ajudar e nadar contra a correnteza

A maioria consome os dias como se o futuro seguisse as regras

E o mundo fosse uma empresa

Foi presa a presa que achava que ia sair ilesa

Só o vacilo tipo o último a sair e acabou deixando a luz acesa

E alguém vai pagar caro por isso

Refrão (1x)

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