Dias em Branco
Read Dias em Branco lyrics by Subsolo on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.
The page facts to cite before the commentary
Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.
Dias em Branco
The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.
O que fazer daqui em diante? Como agir? Sem fingir,
mentir ou fugir, e a todo instante reagir as
consequências da própria existência:
Muitas diferenças, crenças, atos.
O que mais dói na consciência é exercer a ciência de ter que conviver entre os ratos.
Cai a noite e raia o dia e no recesso da alegria, com certeza a tristeza em excesso.
É a parte do processo em que ingresso sem regresso o
progresso, eu confesso que começo a não entender mais
nada.
Dias em branco, o frio lá fora é onde outrora, e pra ser franco, a caneta só pega no tranco, movido a solavanco.
E, pro meu próprio espanto, jogada pelos cantos das respostas que procuro, se não acho arranco da fumaça, ou dos pássaros na praça, nem é a
questão...
Deus deve tá provando minha raça.
O que se passa é difícil explicar, se o pulsar do coração se tornou linear.
Tive vontade de pular, mas tava manco.
De me juntar aos que estão lá, mas não é pra tanto.
Eu tive dias em branco, noites em prantos, mesmo assim as cores fluem
livremente na corrente.
Olhares de espanto em todos os cantos, e o silêncio lentamente contamina, respiração a
cada ação... não.
Dizem que por aqui não se passa em vão, todos na mesma condição, sem reação ao tempo.
Quando a palavra não tem rima, é no talento, e só por isso eu continuo no alento.
Preso à liberdade, assim como o vento.
Não me perco na loucura da cidade, pois aqui dentro tudo é diferente quando se fala realmente do que sente.
O espaço em que ocupa um ausente, iminente impotência, situação acima da ciência, vida com toda violência e revolta.
Com tudo o que acontece à sua volta, sozinho você veio, sozinho vai voltar, e sem escolta.
Compassos, contatos, não há como mudar, não sou desse lugar, então me solta!
Eu sigo solto com um green, a vida só vale assim, se
tiver bêbado na pista o desenrole é em mandarim.
Eu vim pra coar fácil, o encontro com o fim começa quando
você nasce.
Ah, se tudo continuasse como antes... as amizades conservadas sem os conservantes.
Do antes, só restou o "ante". Ignorante, ao agora "para o alto e avante!".
Os diamantes passam, mas elas não.
Só mudam desse plano pra uma constelação, fecho meus olhos, renovo a percepção. Sou só um grito na multidão???
Chego a acreditar que não somos sãos...
What this page can answer fast
Who performs "Dias em Branco"?
Subsolo performs "Dias em Branco", and this lyric page sits inside the Subsolo catalog on LyroVerse.
Are there related songs to explore after "Dias em Branco"?
Yes. The related section below points to Destruir and Entendo Voce with a short reason for opening each page next.
Where can I find more songs by Subsolo?
Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Subsolo's lyric pages.
Interpretations, questions, and corrections for this song
Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.
What people are saying
No listener comments on Dias em Branco yet.
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.