Muitos que se vangloriam dos erros alheios
Não percebem que estão presos em
Suas próprias cadeias
Não conseguem enxergar a si mesmo
Por isso vivem a esmo no devaneio
Dos seus preconceitos
Étnico, religioso e racial
O ser humano é um animal muito irracional
Ignoramos nossos semelhantes por causa dos ideais
Nunca se esqueça que somos todos iguais!
Olhe para dentro de si!
Verás que tua alma é um espelho
Do semelhante ao redor de ti
Da positividade que existe em cada ser vivo
Entre vícios e virtudes, entre curas e feridas
Quando tu aprenderes a olhar para dentro de si
Enxergarás teu próximo sem indiferenças
Perdemos a esperança como as crianças
Perdem a infância nos canaviais
Somos escravos dos nossos próprios erros carnais
Vivendo alheio ao que real, encarcerados ao virtual
O desamor cada dia mais normal
As pessoas caminham pro surreal
Sem luz, sem paz interior
Não viva no desamor!
Somos semelhantes não trate o outro ser
No desigual!
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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