Difulgas
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Difulgas
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De culpa, de duvidas, difulgas estupidas
De pedidos, de suplicas pra fazer juiz as rugas
Acredito num Deus que é justo, salve Jesus da rua
Que disse que minha vida não vale menos que a sua
Se esconde não, Deus conhece o teu coração
E ate o pior ladrão merece o perdão
Levanta a cabeça, coloque seus pés no chão (vai)
Se você tem fé até as paredes da prisão cai
Olhei pro céu lembrei do xandi, do maxsuel
Do zé luiz, do elton, do nênê, do rafael, (eh)
Fiquem com Deus, que nós ta aqui que nem réu
Se degladiando pela justiça do mundo cruel
Impunidade, desigualdade ou vaidade
Leva o menor com duas pistola pro centro da cidade
Educação de verdade não tá anunciado no caji
Que forma o caráter de quem não tem oportunidade
Vejo as pipas no ar
Vejo o sol partindo pedindo pra ficar
Vejo a lagrima de um sorriso no olhar
Mais o que mais doí é ser feliz e não saber nem notar
Voa, voa, voa leve pra longe de mim
Tudo que possa me impedir de sorrir
Voa, voa, voa leve pra longe daqui
Tudo que possa um dia me ferir
De varias fases e temas, difulgas e dilemas
De mil conto de fadas, sem inspiros louco e sistemas
Quantos reféns, eu vi chorar pra opressão
Sem refletir a causa dessa solidão
Não quer sorrir, não quer chorar, nem sentir dor
Não é feliz, e desconhece o que é o amor
Se for sangrar, que seja como cristo fez
Não seja em vão, que seja por uns dez ou três
E eu me vi, em meio a uma multidão
Que chora em pé, sangrando alma e coração
E o sangue do cordeiro escorreu lá no madeiro
Que fez de mim ser o que eu sou, um singelo guerreiro
Meus temas, minhas dores, meus versos, meus valores
Suas mentes, suas pistolas, suas balas e seus tambores
Que trazem dores, regadas a flores e desamores
E no peiro das vitimas, um milhão de rancores
Vejo as pipas no ar
Vejo o sol partindo pedindo pra ficar
Vejo a lagrima de um sorriso no olhar
Mais o que mais doí é ser feliz e não saber nem notar
Voa, voa, voa leve pra longe de mim
Tudo que possa me impedir de sorrir
Voa, voa, voa leve pra longe daqui
Tudo que possa um dia me ferir
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