Seguindo dirigindo, sem destino, por toda madrugada, até o dia amanhecer
Por dentro o sentimento de vazio e solidão, consomem a minha mente
Procurando algo que eu sei que essa noite não encontrarei
Tudo o que eu construí se destruiu, nada mais restou
E eu vago pelas ruas e avenidas, desertas e escuras
Pessoas também vagam sem jamais saber exatamente os caminhos a seguir
Elas se cruzam, por entreolhares, nunca se viram, mas é como se conhecessem
E o anúncio da manhã, com seu brilho tão intenso
Trazendo um novo dia tão difícil de encarar
Gritos de angústia e desespero eclodem pela noite, quebrando o silêncio
Raios cortam o céu noturno iluminando o breu, no pior da tempestade
O som de nuvens se chocando, estrondos e trovões, atingem corações
A chama queima eternamente para aqueles que acreditam no desconhecido
As luzes aos poucos se afastam, encontro conforto na escuridão
O choro e suas lágrimas causam feridas e cicatrizes
As luzes aos poucos se afastam, encontro conforto na escuridão
O pranto destrói encantos e rasga os sonhos como navalha
Mulheres, idosos e crianças já não são mais respeitados
Ignorância e ódio
As árvores, estão sendo derrubadas, os rios são poluídos
A natureza morre
Os bichos perdem seus espaços pra selva de pedras
Ganância e capital
Princípios, valores e virtudes, nada mais importa
Jesus Cristo é esquecido
As luzes aos poucos se afastam, encontro conforto na escuridão
O choro e suas lágrimas causam feridas e cicatrizes
As luzes aos poucos se afastam, encontro conforto na escuridão
O pranto destrói encantos e rasga os sonhos como navalha
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