Civilização Pós-moderna
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Civilização Pós-moderna
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Mentes brilhantes, ideias claras
Cores e formas padronizadas
Por ideais comuns que não levam a nada, não!
Padrões perfeitos é o que não falta
Somos suspeitos dessa jornada
E os nossos sonhos, as nossas marcas
Se tornam provas estigmatizadas
Da hipocrisia das mentes civilizadas
Onde estão as provas? Não vejo escrito nada
De todas as promessas idealizadas
Pra onde foram os caras que tudo prometiam
Da noite para o dia e não cumpriam nada
E tudo que queremos é tudo que nos falta
Pois tudo que já temos, não nos leva a nada
Chega de discurso, chega de palavras
Que tudo nos promete e nunca expressam nada
Perdemos nosso tempo, nosso senso, nossa fala
Direitos e deveres, rotas alternadas
A verdade a ver navios, a verdade disfarçada
Do destino ou de um acaso, de uma nação civilizada
E as nossas almas foram marcadas
Por esta obra predestinada
O tempo voa, as horas passam
Dentro de um segundo não resta nada
No desespero caímos de mãos atadas
Acabamos sendo vítimas de uma história
Escrita por mãos erradas
Onde estão as provas? Não vejo escrito nada
De todas as promessas idealizadas
Pra onde foram os caras que tudo prometiam
Da noite para o dia e não cumpriam nada
E tudo que queremos é tudo que nos falta
Pois tudo que já temos, não nos leva a nada
Chega de discurso, chega de palavras
Que tudo nos promete e nunca expressam nada
Perdemos nosso tempo, nosso senso, nossa fala
Direitos e deveres, rotas alternadas
A verdade a ver navios, a verdade disfarçada
Do destino ou de um acaso, de uma nação civilizada
Mentes brilhantes, soberbas falhas
Cores e formas patrocinadas
Por ideais comuns que não levam a nada, não!
Padrões perfeitos é o que não falta
Somos sujeitos dessa jornada
E os nossos sonhos, as nossas marcas
Se tornam lixo, não valem nada
Culpa da hipocrisia das mentes civilizadas
Onde estão as provas? Não vejo escrito nada
De todas as promessas idealizadas
Pra onde foram os caras que tudo prometiam
Da noite para o dia e não cumpriam nada
E tudo que queremos é tudo que nos falta
Pois tudo que já temos não nos leva a nada
Chega de discurso, chega de palavras
Que tudo nos promete e nunca expressam nada
Perdemos nosso tempo, nosso senso, nossa fala
Direitos e deveres, rotas alternadas
A verdade a ver navios, a verdade disfarçada
Do destino ou de um acaso, de uma nação civilizada
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