O Poeta e a folha em branco
Procurando inspiração
Por mais frases que escrevesse
Entre o concreto e o abstrato
Entre a audácia e a timidez
Adormeceu sobre suas rimas
Quando um sonho assim se fez
Mais perfeita simetria
Bailarinas de cristal
Compassando entre plumas
Flutuavam reluzentes
Vários anjos de vitral
Lacrimejavam sobre telas
Desenhando o anormal
Mais perfeita sinfonia
Villa Lobos a Reger
Pavarótis e Carrêras, Plácidos
Se acresciam a cada acorde
A cada Tom, Jobins e seus
Pianos negros maestravam uma canção
O poeta então jazia
No sonho que se perdeu
O imortal então morria
E levava suas rimas
Gravadas no leito seu
Seria o último poema
Lido somente por Deus
Seria o último poema
Lido somente por Deus
Seria o último poema
Lido somente por Deus
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