Velhos Calendários
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Velhos Calendários
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Quando o vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
O tempo é notório
A visão tão corrida esquece sem água o vaso com flor
Distante da melhor fase nem sei me abro o bastante pra minha própria dor
Saudade da minha família toda reunida naquelas noites de verão
E eu tão pequeno nem me preocupava
Me imaginava voando tão longe do chão
Fingi que nem errei meu passos
Cortei em vão os laços
Eu me preocupei por tão pouco até descobrir
Que isso tudo é uma fase que passa
A navalha desenhou todos os cortes
A saudade, cicatriz tão forte
Houveram momentos de sorte
Quando o vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece
Histórias, sentimento bom
Aliou o som, hoje com febre de horas
Estico a lona cobrindo meu fardo
Preciso de um quarto com vista pro Sol
E eu fiz
Saída que escolhi por paz
Orgulho por fazer o que eu faço
Viajando pelo meu passado
Eu me perco por todos abraços
Eu me perco por todos abraços
Quando o vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
Alimentando um ânimo vago que não aquece
O vazio esplandece quando a gente cresce
Velhos calendários provam que a vida te esquece
O vento sopra, segurando a prece
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