Era uma noite... uma noite qualquer
Nada mais do que uma noite...
Uma poesia entrou de vez pela janela e nem pediu licença
Nem perguntou se os seres humanos sabem suportar o peso dos seus erros
Quisera fosse um pássaro cativo
Pudesse cantar preso, forte e altivo
E sonhar com o Trem da Saudade
Sem desilusões
E fosse cheio o seu cantar, aberto...
Vazio de ingratidões
Aí quem sabe pudesse bater as asas da noite de outro ninho
Viver em conjunto, mas sem viver sozinho...
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