Xirú Missioneiro
Lyric guide

De Canto a Galpão

Read De Canto a Galpão lyrics by Xirú Missioneiro on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.

Xirú Missioneiro visibility16 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Reference snapshot

The page facts to cite before the commentary

Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.

Page type: lyric reference Artist: Xirú Missioneiro Canonical path: /xiru-missioneiro/de-canto-a-galpao Related lyric paths: 6 Video embedded: yes
Lyrics

De Canto a Galpão

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

(Trago um verso patacuero que o campeiro se agiganta,

pois quem canta campo, só tem campos na garganta)

de vez em quando pela estância se ouve um grito

de um piazito enforquilhado num erão

quando o matungo encabulado no matoso

Esconde o toso bem na frente do galpão

Salta da goela de algum pardo que se peala

Que apasinala leva a marca e trás o trago

Isto são grito que se perde junto a poeira

Pelas mangueira das estância do meu pago

Ô cousa linda ver um maula se arrastando

Sai chaireando que nem beiço a campo afora

E o mango véio pelo ar se desdobrando

Descer cantando de aporfia c'oas espora

Da onde venho trago a sombra nos pelego

E onde me achego perna aberta e cacho atado

Em cada rancho que minh'alma se boleia

A pampa apeia pra matear no meu costado

Ô cosa linda vê uma indiada pialando

E um laço chiando campiasmando um desmamado

Porteira afora de puxá reiso de lombo

Em cada tombo fede a couro sapecado

Só quem nasceu em berço xucro e foi criado

Enforquilhado nos matungo do rincão

Pode trazer sua querência na garganta

Pela estampa de um centauro pacholão (2x)

Ô cousa linda ver um maula se arrastando

Sai chaireando que nem beiço a campo afora

E o mango véio pelo ar se desdobrando

Descer cantando de aporfia c'oas espora

Da onde venho trago a sombra nos pelego

E onde me achego perna aberta e cacho atado

Em cada rancho que minh'alma se boleia

A pampa apeia pra matear no meu costado

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "De Canto a Galpão"?

Xirú Missioneiro performs "De Canto a Galpão", and this lyric page sits inside the Xirú Missioneiro catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "De Canto a Galpão"?

Yes. The related section below points to Cantigas de Campo Afora and Metendo Espora e Soitera with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by Xirú Missioneiro?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Xirú Missioneiro's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on De Canto a Galpão yet.