Pra começar gostaria de saudar
Iansã, Shiva, Ganesha, Iracema e Iemanjá
Aos de verdad agradecer e avisar
Que o trampo é pesado e os carcará tão para atacar
Desde pequena aprendendo e conquistando sem mínimo
Subestimada, mal falada, ora, vão se, querido!
Não é papo furado não penso no que faço
E digo engatilhando a língua e metralhando o teu ouvido
Nós mulheres nordestinas temos o calor do Sol correndo em nossas veias
Tenho princípios
Faço minha grana
Gosto de ter jogo limpo com as manas
Ser só mais uma em meio a tantas
Talvez você nunca perceba a trama
Gosto da sagacidade
Da esquiva que atrai, fechado em uma Pure Hamp
Quando eu puxo a bad sai
Chovem críticas, chovem lágrimas
De cima não chove aquilo que falta
Molha a terra, mulher de Barro
Não espera que a sorte não chega a cavalo
Por isso, Ora, que agora é hora, simbora
Acorda, aflora, vambora (vambora)
Fechado em uma Pure Hamp
Pra pra pra boomshiva!
Eparrei oyá
Om nama Shivaya
Om Ganeshaya namaha (bença vó!)
Odoyá
Desde pequena aprendendo e conquistando sem mínimo
Subestimada, mal falada, ora, vão se, querido!
Não é papo furado não penso no que faço
E digo engatilhando a língua e metralhando o teu ouvido
Pra pra pra boomshiva!
Fechado em uma Pure Hamp
Pra pra pra pra boomshiva!
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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