11:11
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11:11
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Ervas medicinais colhidas do pé, direto para a estante
Sentidos sensoriais aflorados e é concreto o bastante
Pra sumir com todas as dores e a mente acalmar num instante
Não vou cair na dos julgadores levianos agem como ignorantes
Um ramo de liberdade, um pé de independência
Alguém liga pra ANVISA e diz que são verdades
As bases da nova ciência, adoradas desde a antiga realidade e atacados
Mas ainda da pra pôr a mão na consciência e assumir o erro
Senão não entregariam flores no dia de outro enterro
Não chorem, apenas reflita com veemência na tese de que
Algum outro lugar será melhor que aqui, nas canções serão
Eternas, não deixem o conhecimento ser esquecido
Fitoterápica, mudei de vida proibimos dadivas ainda duvidas
Uma farmacêutica apática que confias a tua vida
Eles dizem alterados que eu estou alterado, adulterado
Sendo discurso de ódio já estão errados, mas não fadados
Pena que arraigados, incômodos retrógrados e anti-horários
Mas a culpa não é de vocês só foram induzidos
É que o governo ganha muito mais se forem eles que estão produzindo
Se forem eles que tão deduzindo se forem eles que estão proibindo
E eu continuo vendo eles escondendo o que tão descobrindo
Flexibilize paradigmas procurem desvendar os enigmas
Alguns escondidos atrás de estigmas
Uma poesia da flora mais vivida, límpida, implícita
Explicita, empírica, me explica todas as
Mensagens e plantações, linguagens implantações, miragem nas direções
Ultraje achar que estamos sós, emerja nas multidões viagens por dimensões
Segredos por gerações, verdades desembaraçando os nós
Navios decolam céu acima, desaparecem, horas osseanas abaixo desce
Em alpes, montanhas, mares, desertos, cânions, emergem com tantas provas
Como não creem, como não se assimila que esculturas rupestres
Diziam sobres seres ascendendo dos altos de suas colinas
Deuses de repente somem, acredito que culpa da índole do homem
Ashi tashi ram, as mentes certas selecionem, o estilo certo direcionem
Portais abertos 11:11 enquanto a mal da vita faz a ponte
Portais abertos 11:11 enquanto a mal da vita faz a ponte
Uma hora gaia tenho de deixa-la, não permanecerei eterno por aqui
Outras rotas cismam em chamar-me, o encanto me faz até sonhar em mim
Uma hora gaia tenho de deixa-la, não permanecerei eterno por aqui
Outras rotas cismam em chamar-me, o encanto me faz até sonhar em mim
Momentos de teste que passamos nós, quando gritamos não sai nenhuma voz
Onde tinham vários por perto piscamos os olhos ficamos a sós
Procurando outras vidas em outros planetas e sóis, como achar outras vidas
Se em muitos casos não temos tão pouco mais vida em nós
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