Zero 27
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Tráfico de Argumentos

Tráfico de Argumentos lyrics by Zero 27. Liga Zero 27, convoca os moleque Meus versos são o inverso de tudo que cês me pedem Bem vindo ao mundo do Rap, não é...

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Tráfico de Argumentos

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Liga Zero 27, convoca os moleque

Meus versos são o inverso de tudo que cês me pedem

Bem vindo ao mundo do Rap, não é só visando o cash

Pega o mic, vai cuspindo na cara de quem merece

Se a carapuça lhe serve, lá fora tudo ao contrário

Politico ladrão e cidadão alienado

Também somos culpados pelo roubo no planalto

Cuidando da vida alheia, elegendo quem tá errado

Viciado aqui é fraco, fala alto aponta o dedo

Quem faz fica calado e tenta corrigir os erros

Não tira meu sossego, nem desperdiça meu tempo

Esse game é sem start, só nós por nós mesmo

Cada um no desempenho, tráfico de argumentos

Invadindo cada mente pra enxergar oque não tá vendo

Muita sujeira tá tendo escondida atrás das telas

Zumbi da nova era, manipulado por matéria

Massa vira plateia, cortinas que não se fecham

Pensamentos limitados em personagem de novela

Entre toda essa tragédia tosto um verde com marrom

Fica bom, os mano e as mais gostosa viajando no meu som

Pré conceito gera um pós conceito oposto. Mundo desgosto

No fundo do poço a humanidade esboça um falso sorriso no rosto

E o gosto da vida é amargo, mas desce um trago

Sentimentos notórios tô cheio da desunião como corações estão cheios de ódio

Enfermidade os interna, e eu traduzo minhas canções

Trago pro mundo real ilusões e frustrações

Somos monstros de osso e carne, iniquidade com alarde

Mente covarde, o amor se apresenta e o coração o rebate

Pálpebras nem se erguem, valores deturpados

Me perco no passado, é foda se render ao pecado

Mas as vezes eu tento e com a fé em Deus me cubro

O mundo só vai mudar se sentirmos antes de tudo

Lucidez no chão num deserto de loucura

E a cura? Postura

Num mundo falho pensamento e retalho

Esquecimento na selva de cimento

Onde corações se queimam com esse aquecimento

Alma ao relento. Pensamentos se vão com o vento

Choro, rogo e oro. Versos que são meus alimentos

Rio antes de chorar, sinto antes de pensar

Pois sem sentir, eu nem seria parte disso aqui

Guarapari, onde a desgraça anda na rua e sem disfarce

Mentes gordas de demônios ah se paredes falassem

À mercê do que se trata, a vida na real nos mata

E a luz da existência ainda continua opaca.

Acendo um baseado e logo já sou julgado

Por querer o proibido e não legalizado

Eu to pouco me fodendo pra sua opinião

Quero viver a vida sem dar satisfação

Com pensamento denso e a rotina complicada

Eu briso no momento, com a mente embriagada

Porra! É que eu to ficando louco

Na favela, nego passando sufoco

Cê nem ta ligado, choque de realidade

Eu vou atrás do meu porque eu não sou covarde

Fazendo minha parte, nego viajando em Marte

Procurando a liberdade que está presa atrás das grades

Ordem e progresso na bandeira ta expresso

Com jovens no protesto, é vagabundo no processo

Óó os deputados com votos comprados

Sujeira no senado prejudica nosso estado

Óó o mensalão que envergonha essa nação

Que divide a opinião do que é ruim do que é bom

Óó pra Jah eu peço pra não deixar faltar

E cuidar da pátria amada e não deixá-la afundar

Minha mente é o universo, meus membros são dimensões

Meu astral é sentimento, meus olhos constelações

Mas de volta a realidade, observando a superfície

Afundaram a igualdade junto com o Titanic

Falam de diversidade mas meu povo mal se nutre

Mas não tem problema não, filé mignon é só pra abutre

Nesse grande lixão as flores já nem nascem

Só plantamos ilusão enquanto corações se partem

E homens que se perdem, a liberdade é traiçoeira

Em meio a roedores minha rima é ratoeira

Minha causa é verdadeira, é a revolta da ladeira

Cansei de só assistir a essa dança das cadeiras

Os menor bate carteira, os home vem de caveira

Pra um desses entrar no céu é mais fácil um camelo passar na peneira

Se caio, levanto e bato a poeira

O presente é só um passo, a vida é a caminhada inteira

E essa vida é um freestyle, uma batalha a cada dia

Sempre me defendendo do ataque da tirania

Que dá esmola pras famílias, falsa ideologia

Enche o cu de caviar e os meus de barriga vazia

Mostram a vida pela tela, a mente cheia de sequela

Amontoado de burrice dividido em cada célula

Manipulam meu povo, ovelha em pele de lobo

Cuidado que o jogo vira e cês que vão pedir socorro

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