Eu me enrolei na saudade por viver bem retirado
Era tão boa amizade no lugar que fui criado
Sofrendo barbaridade mas cantando apaixonado
Canto de noite ou de dia lembro da minha alegria as vezes canto abafado.
Que saudade meu ranchinho do terreiro e do jardim
E ouvir os passarinhos cantar no pé de jasmim
Mas abraçei o caminho do mundo grande sem fim
E medo não voltar mais uma saudade dos pais que também sofrem por mim.
Saudade do meu tostado que ao falar me apaixono
Com ele eu tenho sonhado sempre no primeiro sono
Sonhei que vi o coitado tristonho no abandono
Não ligava pra invernada e sem retoçar com a manada talvez pensando no dono.
Pra matar esta saudade com os compromissos não ligo
Mostro minhas qualidades enfrento qualquer perigo
Vou rever as amizades e abraçar meus amigos
Só o que não me provoca é saudades da chinoca porque eu carrego comigo.
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