Eu andei a queimar, inutilmente
A esperança de quem vive num tormento
Julgando que voltavas novamente
Á casa que foi nossa tanto tempo
Nas sombras que passavam sem alento
Alucinadamente eu bem te via
Ouvia a tua voz na voz do vento
Se por acaso o vento a porta abria
Não quero agora viver mais na tua rua
Não és meu, nem já sou tua
Não importa o meu sofrer
Segue o teu rumo nessa tão louca aventura
Quando o amor é loucura
Nada mais há que fazer
Se porventura um dia tu pensares
Em deixar a mulher que hoje preferes
Não penses em escrever para voltares
Não aceitarei mais o que tu queres
Tu foste um mar sem fim de falsidade
Galgando preconceitos muito meus
Porém, eu tinha o leme da verdade
E não, não me perdi, graças a Deus
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