Bota fogo no vapor do Una, Baraúna
Olha a pressão do vapor do uma meu irmão
Vou navegando, vou remando para o norte
O terra pra mim da sorte, nunca mais volto de lá
Sai do rio direto para a Bahia
E logo no outro dia rumo a Belém do Pará
O nosso barco vai danado caturrando
O bicho vai fumaçando não para de balançar
Uma promessa que eu fiz cheio de fé
A virgem de Nazaré, pagarei quando voltar
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Enviado por:
Luiza - Rio de Janeiro
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