Bandeira de Caboclo
Eli Silva e Zé Goiano
Sou filho da roça caboclo matuto, mas eu sou astuto naquilo que faço
Pra minha família eu dou o alento garanto o sustento com as forças dos braços
De manhã e a tarde enfrento a labuta nesta grande luta não sinto cansaço
Minhas mãos têm calo e são maltratadas e a pele queimada do sol e mormaço
Quando chega a noite admiro as estrelas e paro pra vê-la a brilhar no infinito
Pego minha viola e canto pra lua canção que cultua meus versos escritos
Tomo uma pinguinha que eu mesmo fiz e sinto feliz no meu mundo bonito
Se algum pernilongo se atreve e ameaça mato com a fumaça que sai do meu pito
A minha família grande riqueza com toda certeza é um presente do céu
Minha residência é uma velha morada nas eras passada é meu mausoléu
É vendo a fauna com grande nobreza da mãe natureza não quero ser réu
Da camada de ozônio enfrento a parada com as palhas trançadas deste meu chapéu
Eu sou um matuto que não tem diploma, mas divide e soma e não estudou
Conhece a lua mudança do tempo e segue o exemplo que Deus ensinou
Que nem a ovelha que morre e não berra da nossa mãe terra eu sou defensor
Eu cumpro a missão do onipotente irrigar a semente da paz e amor
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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