Tema Bagual N° 8
Read Tema Bagual N° 8 lyrics by Gaucho Bagual on LyroVerse, with linked artist context and related song paths.
The page facts to cite before the commentary
Use this page for the lyric text, linked artist context, and any LyroVerse editor's note attached to the song. Listener comments remain user-generated and should not be treated as the primary source.
Tema Bagual N° 8
The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.
Deixei faz tempo a punheta
Que há muito não dava trégua
E me amiguei com uma égua
Bragada, lerda e maceta
Com um rasgão na buceta
Que media mais de légua
Tudo dependo do gosto
Neste mundão sem fronteira
Quanta china trepadeira
Seiúda e de boa anca
Segredo que não se explica
Não tem o gosto da pica
Num recavém de potranca
Quantas vezes quando piazote
Só pra ver o fundo da toca
Socava meia mandioca
Na racha desta bragada
E alí no más sem delonga
Socava também a chonga
Pra não perder a olada
Lá no fundo do potreiro
Contra um angico caído
É assim que tenho fodido
Quase que diariamente
E às vezes fico temente
Que desta fodologia
Me surja lá um certo dia
Um bragado meio gente
Tem ainda outro jeito
Lhes digo sincero e franco
Procuro um meio barranco
E encosto a égua de ré
E empurro a piça segura
Mais dura e mais tesuda
Do que a lança de Sepé
Até na beira da estrada
Eu já fodi me bombeando
E quantas vezes me acabando
Já sentindo a comichão
Da última estremessão
Qualquer fungo de cachorro
Me viu com cara de sorro
Saltar com a guasca na mão
Abandonei a bragada
Pois todo o pago sabia
Do cambicho o povo ria
E a bragada se gabava
Cola erguida, relinchando
Vinha ao trote me chamando
Quando ao longe me avistava
Mas de todas essas éguas
Que ergui na ponta da piça
Foi a tordilha petiça
Que maior gozo me deu
Pois a diaba se deitava
E relinchando se acabava
No mesmo sonho que eu
Faz bem pouco e bem me lembro
Quando eu tocava pra um xixo
Me veio o diabo capricho
De barranquear a potranca
Mas quando empurrei o gancho
Me largou um xurriu
Na limpa bombacha branca
Mas eu não vi o desastre
E assim no baile chegando
Só via china se espiando
E um velho meio arraivado
E me atacava e dizia
- Em baile que tem família
Não se aceita homem cagado
Eu fiquei desenxavido
Quando me senti cagado
Fiquei muito encabulado
Tive que me desculpar
- O senhor não vai pensar
Que vim assim por deboxe
Pois tava tão bom o coxe
Que não vi ela cagar
- Se não eu não tinha vindo
Neste baile familiar
Mas a égua vai me pagar
O fiasco que cometi
Lá no passo do Butuí
No primeiro tacurú
Vou comer ela no cú
Pra nunca mais se exibir
What this page can answer fast
Who performs "Tema Bagual N° 8"?
Gaucho Bagual performs "Tema Bagual N° 8", and this lyric page sits inside the Gaucho Bagual catalog on LyroVerse.
Are there related songs to explore after "Tema Bagual N° 8"?
Yes. The related section below points to Piça Crioula and Tema Bagual N° 1 with a short reason for opening each page next.
Where can I find more songs by Gaucho Bagual?
Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through Gaucho Bagual's lyric pages.
Interpretations, questions, and corrections for this song
Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.
What people are saying
No listener comments on Tema Bagual N° 8 yet.
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.