In'Rua
Lyric guide

Respeitável Público (part. Djonga)

Respeitável Público (part. Djonga) lyrics by In'Rua. [Lucas Boss] Respeitável público, como é que é? Querem pagar de louco e pagar os louco ninguém quer, né?...

In'Rua visibility8 visits Video on page
person Curated by Ethan Walker LyroVerse team
Lyrics

Respeitável Público (part. Djonga)

The lyric stays readable and compact here; the note and related paths sit nearby so you do not lose the song while looking for context.

[Lucas Boss]

Respeitável público, como é que é?

Querem pagar de louco e pagar os louco ninguém quer, né? É

Na conduta e na fé, vem pra luta e vão

Vivi sombra pra ver que eu vim para além dessa labuta em vão, ó

Se cê para, enfraquece; eu tô pra ver se não disperse

Rasteira em quem cospe asneira e banca discurso de quem nem conhece, ó

Iluminar futuro não é furo pra reportagem

Nem precisa ser gênio pra ver que nóis num é só embalagem

É o barreiro, sem eira nem beira

Beira só se for de respeitar, cada qual em seu lugar

Vida próspera que o negativo não aflora

O problema é que nem todo mundo tem peito pra se olhar de fora

E aí fode, fede lorota quando esses otário arrota

Se perde a rota, é a audição que forma um poliglota

Bh é o leão que rugiu pra cena

Pra apagar de vez o sorriso dessas hiena

Propaga

[Érick Sales]

E quanto será a campimetria da cidade, hein, pipoca?

Mg tá pra estacar a escala dos motherfucka

In'rua agora tem um codinome

Provar pro resto do brasa

Que o diferente do resto é nome

E dessas treta tenho muito pra falar

E aí, cê dormiu bem? Te faz bem me ignorar?

Se o vento que eu sinto me diz que tô vivo

E com conspirações que arrepia até o pior livro

Barreiro é sangue até a última gota de letra

Tenta ouvir o espírito que liberta canetas

Porão zo, produção de tarja preta

E não é pra acalmar, é pra trazer de volta a revolta pra cena

Rebobinar e voltar pra raiz

Antes que esses bombinha deixe minha gente feliz

Extremo oeste expande a visão

Minha quebrada cobra quem adultera informação

[Djonga]

Parei de roubar carteira, eu tô roubando a brisa

Rap tá pegando fogo e eu que fui a brasa

Bem que papai falava: À cobra não dê asa

E hoje queimamos burgueses porque ele ensinou

Não traz desaforo pra casa

O boy com o quadrado na mente

Eu com a quadrada na cintura

Eles pilotam os carros que querem

Nós sempre na parte de trás da viatura

Outro dia me perguntaram: Por que?

Por que eu ando com tanto dinheiro

Porque eu tenho!

Bandidos de internet não temo

A intenção deles é ser terremoto, e não tremo

A bunda dela te bota na vida errada

Ou é só a vontade de botar na bunda dela?

E quando ela disser pra você sair dessa

Você vai querer atirar na cara dela

Mas, na hora da fuga

Você vai querer se esconder na casa dela

Depois, envergonhado (é, papai, que vergonha)

Você vai querer esconder sua cara dela

Você não tem remorso, mas o filho que vocês têm

É a cara dela

Ela trancada, cuidando de tudo

Você na rua, adestrando as cadela

Eu tô meio john travolta, num entendendo nada

Nêgo acha que troca de tiro é paintball

Eles não têm talento pra isso

Nunca deveriam ter largado o futebol

Quando eu sumo, eu volto, igual gabriel Jesus

A torcida observa e fala: Só por Deus

Semana passada, eminem me pediu um feat

Calma, rapaz, feat é só com os meus

[Sic]

É que a ginga das mandinga que vinga o suíngue da alfaia

Estilinga os tiriça que brinca

Então viva as suas rima, não faça

Um brinda a essas vida nefasta

E ao mal que me engana com a grana em falta na pasta

Ou o beijo da farsa que invade minha cama

Tá feio e desastroso, então fiz flow pros motherfucka

Picadeiro, aplaudo o bozo, que eu incendeio o ringlin brothers

Sou doce igual a funéria e foda-se!

Na oeste é mais que tcheca

Porque hoje essa new era veste mais que versa

Nos beat mais caro do jogo

Pro jogo dos hit mais raso

Botaram o sic no card, esopo foi desmascarado

Com rap chato, verso fraco, não fode!

Cês querem prata na capa da forbes

Mas tapa nas costas não é xarope

Keep talkin', pode vir, stalker whatch

Hoje o the walking dreadlocks se torna um boombap lord

Com o que vivi pelo caminho, vi que é mais que um hobby

Invisto tudo nas linha, e o lucro ainda vai pro pai de um boy

Queimei meu estopim pra combater sua laia

Incendiei dentro de mim um morteiro da al qaeda

É que pra ser igual eu não vim

Meu terreiro é minha fala

Barreiro é o berço, é o brooklyn

Fica cabreiro ou saia

[Djonga]

Faço o nome do pai

Proteção ilumina minha caminhada

E dá dispô pros meus irmão

Faço o nome do pai

Ó, prestenção

In'rua num é brincadeira

Imagina comigo, irmão

Faço o nome do pai

Proteção ilumina minha caminhada

E dá dispô pros meus irmão

Faço o nome do pai

Ó, prestenção

Djonga num é brincadeira

Imagina com o in'rua, irmão

Quick answers

What this page can answer fast

Who performs "Respeitável Público (part. Djonga)"?

In'Rua performs "Respeitável Público (part. Djonga)", and this lyric page sits inside the In'Rua catalog on LyroVerse.

Are there related songs to explore after "Respeitável Público (part. Djonga)"?

Yes. The related section below points to Ó Patria and Traços do Cotidiano with a short reason for opening each page next.

Where can I find more songs by In'Rua?

Use the artist link near the top of the page or the related paths section below to keep moving through In'Rua's lyric pages.

Song Room

Interpretations, questions, and corrections for this song

Interpretations, questions, memories, and correction notes live together here. The room stays noindex while the best insights are reviewed.

Open Song Room
0 followers Selected insights only surface after moderation
Listener comments

What people are saying

0 comments
Add a short interpretation or memory

A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.

Sign in to post the first listener note. Reporting stays open to everyone.

No listener comments on Respeitável Público (part. Djonga) yet.