O meu pavilhão é garra
O Quilombo de Itaquera chegou
Leandro é raça, é comunidade, meu amor!
ÔÔÔ.. ecoa o rufar do meu tambor
Com as bençãos da Mãe África
O meu Leão Guerreiro a desfilar
Vem de Ganga Zumba a realeza
Poder e riqueza, negra valentia
Xango é Rei, a sua energia nos guia
E assim... com sangue e suor, lutou
Negro Banto, Jêje, Nagô
Com braço forte construiu
As riquezas do Brasil
Tem batuque, abre o Xirê, axé
Devoção, Umbanda E Candomblé
Vem sambar, festejar
Levanta poeira
Cultura afro brasileira
O tempo me fez resistência do samba
Herança da cor, berço de bambas
Um arco-íris de felicidade,
Oxumarê, a divindade
Laroiê...Babalotim abra os caminhos dessa gente
Eu sou a força de um batuque diferente
Pra luta de Zumbi eternizar
A negritude está em festa
Da Roma Negra um novo amanhecer
Tá no sangue e não tem jeito
Quem é bate no peito
Vermelho e Branco até morrer
A strong comment here is specific: the phrase you keep hearing, the mood you come back for, or the reason this song stays in rotation.
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