Sofremos apegados ao sonho do paraíso perdido.
O medo de prosseguir que devora os nossos desejos como a própria escuridão que abraça uma pequena chama.
O pior assassino de todos os sonhos é o apego a um mundo que forçosamente se despede de nós, e como se pudéssemos lavar as nossas almas na esperança de fugirmos do que nos tornamos tentamos ser o que não somos e o que nunca seremos.
De olhos fechados para o que somos resta apenas medo, apenas dor. calamos a verdade de nosso ser ficando cegos e aprisionados à ilusão de dualidade, porém o mal em nossos corações não pode ser mais negado do que o ar em nossos pulmões que nos faz viver. morrer para aprender a viver.
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